21 de janeiro de 2012

1º Ensaio fotográfico: Duiuskha Costa

No último sábado (13/01) fui convidada a fotografar um ensaio de moda aqui na minha cidade de uma nova marca de roupas de uma amiga. Fiquei muito feliz com o resultado deste primeiro trabalho, o qual já me garantiu diversas novas oportunidades de dar sequência à minha fotografia. E como ainda sou nova na área, não tenho muita coisa a relatar como lição base. 
O que preocupa um fotógrafo amador na hora de um ensaio sério é: "Eu nunca trabalhei com modelos antes" e ainda mais que isso, nos preocupamos em orientar pessoas "comuns" como a gente, que não são modelos e tal. O que me aliviou neste ensaio foi a participação de um modelo profissonal entre a gente, que ajudou muito na hora dos flashs. 

Enfim, só tenho a agradecer à nossa singela "equipe", que deu apoio, foi muito divertida, e principalmente ao convite da Duiuskha Costa para poder trabalhar com esse pessoal maravilhoso. 
Então, vamos às fotos deste meu primeiro ensaio, show:




E as minhas favoritas: 


Agradecimentos: modelos Carlos Roberto, Tiago Cavalieri, Geovanna Mendes e Duiuskha Costa. Assistentes de produção: Rodrigo Borges, Divina Lucimar e Murielly Corrêa.
Foi show passar uma tarde com essa galera super divertida e dedicada. Valeu! 

12 de janeiro de 2012

A nostalgia de vez em vez

Rodas continuam girando
Me levam para casa para ver meu pessoal
Cantando músicas do Sul (...)
Sweet home alabama - Lynyrd Skynyrd

De vez em vez a gente sente falta de alguma coisa que acaba se tornando uma saída para qualquer desculpa que você possa justificar com a palavra "Nostalgia". No dicionário essa palavra tem como significado "saudade da pátria." Com o tempo, com os clichês e com alguns padrões não muito importantes na adolescência, vejo Nostalgia como a saudade de alguma coisa que a gente podia ter aproveitado melhor, em outras linhas, tudo. É triste saber que nunca estaremos contentes com nada, nunca por inteiro.

Me pergunto se as pessoas deveriam ser mais intensas ... arriscamos ceder tudo à alienação hoje em dia. Qualquer ato mal calculado poderá ser usado contra você no seu julgamento social e isso impede que a personalidade tome conta das pessoas. Que todos nós já ligamos pra muita coisa que não dizia respeito a ninguém, todo muito sabe. Mas essa preocupação com o passado e o futuro fazem o nosso presente ficar tão amargo e melancólico ... Hoje as pessoas ficam infelizes e querem morrer por nada.

Estamos em uma dimensão em que eu acho que as palavras deviam ser mais valorizadas assim como os sentimentos. Quanto aos sentimentos, minhas esperanças ainda são menores, mas podemos começar mudando pelo concreto que é mais fácil. Atitudes são fáceis de ser consertadas, lembranças não e pensamentos nem sempre. Temos muita gente ignorante andando por aí ainda, eu confesso que já insisti em ser ignorante por muito tempo, achava que isso era uma vantagem. Mas revolucionários nem sempre são ignorantes e pessoas boas nem sempre esbanjam modéstia. Se você quer saber o motivo desta demente se preocupar tanto com o rumo da sociedade eu ainda arrisco lhe dizer que é pelo conhecimento.

As oportunidades estão tão acessíveis, tão fáceis de serem aproveitadas em qualquer esquina que eu me indago sempre o porquê de tantas pessoas insistirem em rolar na lama com toda essa facilidade que nos ronda a qualquer hora. Isso já nem é mais uma revolta e sim uma tese pessoal.

Voltando ao papo da nostalgia, as lembranças só fazem com que eu cresça mais. Ou pelo menos fazem com que eu ache que estou crescendo. Das minhas melhores saudades, penso em quando morava na cidade em que nasci. E o proveito que eu posso tirar desta imensa perda de tempo em ficar relembrando coisas que eu nunca vou sentir novamente é essa sensação personalizada que chamo indevidamente, acho, de nostalgia. Quem me acompanha?




31 de dezembro de 2011

Feliz 2012 à quem lê e leu isto


Posso dizer por livre e espontânea pressão de Deus, que 2011 foi um dos melhores anos da minha vida. Foi o mais louco, com certeza, onde aprendi um turbilhão de coisas. Acho que foi o ano em que mais cresci e aprendi. Um ano em que me senti muito feliz quase o tempo todo. Perdi poucas coisas, das quais nunca vou sentir falta. Ganhei mais amigos, mais sorrisos, mais lágrimas e sempre mais crescimento.

Sou grata à mim mesma e a todos que voluntaria e involuntariamente estiveram ao meu lado neste ano. Dou uma importância muita grande às pessoas e no modo em que elas aparecem na minha vida. Muitas ficam, mas a maioria se vai rápido. Acho que esse vai-e-vem nunca deixa de nos trazer a lição de aprender. Acredito em destino, acredito que nada é por acaso, mas acredito mais em mim. Sei que quem tem o poder de decidir o rumo da nossa vida somos nós mesmos e me baseio nisso para seguir em frente, sempre em busca de sonhos, atrás de objetivos.

Eu não desejo a todo mundo a mesma força de vontade, a mesma determinação. Acho que no último dia do ano, ainda tenho esperanças de que a falsidade das pessoas ao se verem arrependidas por todo veneno que espalharam durante os últimos doze meses, se transforme em algo melhor. Para as próprias pessoas e para o resto do mundo. Desejo aos meus amigos, muita saúde, muito sucesso, muita garra e desejo que eles continuem meus amigos. Desejo aos meus pais, à minha família, as melhores coisas do mundo sempre. E desejo às pessoas que eu não conheço ou convivo, apenas muita PAZ e AMOR. Porque eu tenho certeza que esses dois elementos mudam muito na vida de todo mundo. De todo O Mundo mesmo.

Enfim, só tenho expectativas de que 2012 seja melhor. E que o mundo não acabe tão cedo, eu ainda tenho que mostrar muita coisa a mim mesma. 



30 de dezembro de 2011

Tem título pra nada útil?


Sempre que viajo, volto para casa com novos aprendizados, novos pensamentos. Gosto da falta que sinto dos meus pais e de casa, é como se fosse uma garantia de que amo eles demais. Em minhas "viagens" me habituei a carregar meu Mp4 e ouvir músicas que me fazem lembrar minha família. De Leandro e Leonardo à Roberto Carlos, meus repertórios noturnos sempre me fazem pensar na minha vida e em como ela anda. Sempre soube que sou movida à música e amo poder ouvir o que gosto, principalmente quando ninguém está por perto. Quando ouço Beatles, me ponho a pensar em mim e como sou como pessoa. Meu objetivo é estar crescendo sempre e acho que a frustração de ter que exigir algo de você é comum para mim. Não gosto de regras, odeio literalmente padrões quanto à personalidade das pessoas e gosto de me descobrir em pequenas coisas. Ainda tenho muitas falhas e dessas acho que não escapo, mas me orgulho de todo o resto. Faz parte de mim me ligar sempre numa auto-estima alta. E quando viso isso, fico palhaça, fico diferente, fico ...sei lá. Sempre fui de sorrir sempre, brincar com todo mundo sempre, mesmo que nem todos gostem, e acho que já me habituei também a pensar que estou bem a ponto de sempre estar bem. Porém, como todo mundo um dia já imaginou ter vivido uma felicidade passageira, comigo é quase constante. E este é o motivo das minhas indagações, desnecessárias por sinal.
Falando em mim, descobri que adoro o cheiro de casas agropecuárias. Em Petrolina (GO), na quarta-feira, entrei em uma apenas para esperar uma amiga que conversava com uma moça na rua e de repente uma nostalgia tão grande me tomou conta naquele espaço ... me lembrei inusitadamente da minha infância, do meu pai e do meu avô. Adorei a sensação e agora sei que casas agropecuárias são um bom lugar para recordações nostálgicas rs. Ontem, me deitei orgulhosa por saber que sou diferente a ponto de ser indagada sobre o porquê. Sou jovem, sim e, adoro andar de carro com o vidro aberto e com as mãos pra fora da janela, gosto do vento batendo no meu rosto e da sensação pura de liberdade, gosto de ajudar outras pessoas sempre no que posso, gosto de cantar e tocar violão, faço palhaçada na rua, grito, não ligo. Mas ontem em especial, percebi que posso continuar sendo jovem, só que de uma maneira mais Eu. Odeio ouvir a palavra "ficar" ou as expressões "fulano quer ficar com cicrano", "fulano quer ficar com você", "fulana já namorou fulano" e por aí vai. Se quiser me ver revoltada é só dizer isso perto de mim. Convivi com pessoas da minha idade que não sabem nada sobre quem são e o que querem da vida, mas sabem que um dia vão pegar aquele fulaninho ou aquela fulaninha. Me pergunto sempre o porquê disso tudo. Ninguém vai ganhar nada com isso a não ser status. E barulho aqueles cachorros que latem mas não mordem já fazem demais, ninguém precisa se dispor a altura de nada. Vejo esses jovens assim, como um nada vago que não preveem diferença para si mesmos. Mas como minha mãe diria, eu é que sou louca no meio desse tanto de gente normal.

Fiquemos com isso por enquanto.